MÍNIMO DE TEMPO E MÁXIMO DE RESULTADOS. PLATAFORMA VIBRATÓRIA TRAZ BENEFÍCIOS PARA A FORMA FÍSICA, SAÚDE E BEM ESTAR!!!
Grande novidade do fitness nos últimos anos e que está sendo usado por profissionais da saúde em todo o mundo, a Plataforma Vibratória tem sido considerada uma forma alternativa de atividade física e uma opção prazerosa para as pessoas que buscam condicionamento físico, beleza e funcionalidade.
O treinamento vibratório estimula cerca de 90% das fibras musculares, trabalhando o corpo todo em apenas 30 minutos de treino, sendo um atendimento presonalizado e em sala individual. Os exercícios podem ser realizados em pé, sentado ou deitado, de acordo com o objetivo do treinamento, controlando a sobrecarga de esforço pela frequência (Hz), amplitude da onda (mm), tempo de exposição ao estímulo vibratório, número de exercícios por sessão (com ou sem sobrecarga extra), intervalo de recuperação entre um exercício e outro, bem como entre as sessões de treino. A vibração na Plataforma proporciona a estimulação muscular por meio do mecanismo de contração involuntária (reflexo miotático), proporcionando um aumento no trabalho proprioceptivo em virtude da instabilidade causada pelo tipo de vibração que altera a aceleração gravitacional e aumenta a sobrecarga nos músculos. com isso o treinamento vibratório potencializa a contração muscular e maximiza os benefícios dos exercícios convencionais feitos no solo como agachamentos e abdominais, além de ativar mais a circulação sanguínea local e linfática, tanto que os primeiros resultados são a redução do inchaço e da celulite. A tonificação muscular aumenta, pois os exercícios na Plataforma exigem força, tornando as contrações eficazes para flacidez. apontam-se outros benefícios como aumento da resistência muscular, aumento da flexibilidade, melhora da densidade óssea, aumento da secreção hormonal (testosterona e GH), redução do cortisol e otimização das habilidades motoras e do equilíbrio.
VIBRAÇÕES POSITIVAS PARA VOCÊ!!!
VENHA FAZER UMA AULA EXPERIMENTAL!!!_____________________________________________________
PLATAFORMA VIBRATÓRIA É DESTAQUE NA REVISTA BOA FORMA
A revista Boa Forma, no mês de abril (2011), publicou uma matéria sobre a plataforma vibratória reportando suas vantagens, benefícios e resultados de pesquisas realizadas neste equipamento.Segundo a revista uma das vantagens mais sedutoras de fazer exercícios na plataforma vibratória é a economia de tempo. “Consegue-se trabalhar o corpo todo em 30 minutos – o equivalente à uma hora de malhação tradicional – e gastar cerca de 400 calorias”, comenta a reportagem. Pode-se fazer qualquer tipo de movimento, de agachamento à flexão e abdominais. A combinação das contrações com a ginástica feita sobre o aparelho potencializa muito o exercício, produzindo resultados com menos tempo de treino. E não adianta fazer mais tempo, pois ultrapassando a meia hora corre-se o risco de causar fadiga. Se a musculatura for excessivamente estimulada, o organismo pode se proteger e inibir o estímulo ou mesmo fadigar, de acordo com a revista.Diferentemente do que muita gente pensa, a plataforma vibratória não é uma ginástica para quem não gosta de exercícios físicos. Não basta ficar parado (a) esperando a máquina “trepidar“. De passivo, esse exercício não tem nada. Pelo contrário, você precisa fazer muita força e focar no músculo que está sendo trabalhado. A vibração causada pelos motores da plataforma causa uma aceleração em todas as direções, o que exige muito esforço para manter o corpo em equilíbrio, já que há uma alteração da força da gravidade. É a variação da velocidade que gera um desequilíbrio em quem está em cima do equipamento. Então, a vibração que a placa emite causa um aumento da carga gravitacional, dando a impressão de que a gravidade aumenta, mas, na verdade, a aceleração da plataforma soma-se à da gravidade e, com isso, tem-se maior recrutamento dos músculos fazendo com que mais fibras sejam utilizadas em resposta ao estímulo.Quanto aos estudos científicos, comentou-se sobre a pesquisa realizada na Universidade de Leuven, na Bélgica, na qual se comparou o ganho de força muscular em um grupo de mulheres entre 20 e 24 anos – metade treinou em plataforma vibratória e a outra metade fez sessões convencionais de musculação. Os resultados revelaram que as mulheres que utilizaram a plataforma obtiveram um ganho de 16,6 % no aumento da força nas pernas em 12 semanas de treino, diante de 14,4 % das que seguiram o treino tradicional. Em relação à osteoporose, outro estudo da Universidade de Leuven feito com mulheres que sofriam de osteoporose demonstrou que elas não somente obtiveram um ganho de 16 % de força, mas também um aumento de 1 % de densidade óssea durante seis meses em que treinaram com o equipamento. Isto porque a ação da gravidade cria um esforço compressivo no tecido ósseo. Esta compressão, quando em alta frequência, pode realmente provocar ganho de massa óssea. No que se refere à perda de peso e a diminuição do percentual de gordura corporal, pesquisas sobre obesidade já mostraram que as plataformas vibratórias funcionam bem comparadas a outros métodos de ginástica. Assim, um trabalho apresentado no 17º Congresso Europeu de Obesidade, no ano passado, revelou que as plataformas, associadas a uma dieta controlada, contribuem para a redução da gordura visceral (camada adiposa que se acumula no abdômen). Os pesquisadores analisaram, durante seis meses, um grupo de mulheres – as que fizeram dieta e ginástica tradicional perderam 7 % do peso inicial e 17,6 centímetros de gordura visceral diante de 11 % do peso e 47,8 centímetros respectivamente das que se exercitaram na plataforma junto com dieta.Venha para a FISIOCLIN, aqui você encontra a melhor aula de Personal Trainer em PLATAFORMA VIBRATÓRIA DA CIDADE !!!AGENDE UMA AULA EXPERIMENTAL !!!BONS TREINOS,Prof.ª Esp. Christiane Carvalho
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PREVINA A OSTEOPOROSE COM PLATAFORMA VIBRATÓRIA
A bem documentada perda de massa óssea e muscular com a idade não só faz as atividades da vida diária, tais como levantar de uma cadeira e abrir uma janela mais difíceis, mas aumentam o risco de queda, fraturas do quadril e incapacidades funcionais. Os ossos tornam-se frágeis com a idade devido a um decréscimo no conteúdo mineral ósseo, causando um aumento na porosidade do osso conhecida por osteoporose. O conteúdo mineral do osso e a microarquitetura do mesmo pode se deteriorar a uma extensão tal que até as mesmas atividades da vida diária podem causar uma fratura óssea particularmente do quadril, coluna ou punho,gerando consequências como lesões de nervos, deformidades e dor acentuada. Sendo um transtorno metabólico caracterizado pela lenta e progressiva perda de osso com a idade, a osteoporose tem sido ligada à inatividade física e a fatores genéticos, hormonais, nutricionais e mecânicos. Essas condições que resultam em ossos com menos densidade e força são sérias preocupações em pessoas idosas, principalmente em mulheres, mais ainda, em mulheres após a menopausa. A osteoporose vem sendo cada vez mais comum devido a um aumento na expectativa de vida da população, pois é uma patologia da terceira idade. Estima-se que 1 (um) a cada dez indivíduos no mundo (10% da população mundial) tem mais de 60 anos de idade. Em 2030 o Brasil será a sexta população mundial em número absoluto de idosos. E, exatamente por este aumento na longevidade da população brasileira, faz-se necessário preocuparmos com a prevenção deste mal que é a osteoporose. Além de tudo o que foi dito, o avanço da idade também é associado a uma redução da massa muscular denominadasarcopenia. A massa muscular diminuída resulta em uma perda de força muscular. A hipotrofia muscular observada com a idade parece resultar da inatividade física e uma gradual e seletiva deterioração das fibras musculares. A tomografia computadorizada tem revelado que, após os 30 anos, existe um decréscimo nas áreas de secção trasversal dos músculos, com um decréscimo na densidade muscular e um aumento na gordura intramuscular, sendo que esses efeitos são mais pronunciados nas mulheres. A redução no tamanho ou no número de fibras musculares também leva a uma diminuição na capacidade de um músculo gerar potência (isto é, exercer força rapidamente), e isto pode afetar adversamente a capacidade de adultos mais velhos em desempenhar atividades como subir escadas e caminhar, já que estas e outras atividades do dia a dia exigem que os músculos produzam força rapidamente, ou seja, desenvolvam potência muscular.Neste contexto, uma pesquisa publicada no Journal of Bone and Mineral Research (2004) sobre o efeito do treinamento com vibração de corpo inteiro na densidade óssea do quadril, na força muscular e no controle postural em mulheres pós menopausa, durante seis meses, apontou que exercícios realizados sobre vibração podem ser úteis na prevenção da osteoporose quando comparados com exercícios tradicionais de resistência (sem vibração), além de melhorar a força muscular isométrica e dinâmica.
RESUMO DA PESQUISA:O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos musculoesqueléticos da aplicação de alta frequência por meio de vibração de corpo inteiro em mulheres pós menopausa durante 24 semanas, sabendo-se que mulheres nesta fase da vida correm mais riscos de desenvolver a osteoporose.Foram escolhidas setenta (70) voluntárias entre 58 e 74 anos de idade, sadias, sem casos de doença ou internação, e que não faziam uso de medicamentos que afetassem o metabolismo ósseo ou a força muscular. As voluntárias foram divididas em três grupos (G1, G2, G3). O G1 (25 mulheres) treinou com vibração de corpo inteiro (VCI), três (3) vezes por semana, com duração máxima de 30 minutos, incluindo aquecimento e relaxamento, com pelo menos um dia de descanso entre as sessões, perfazendo um total de 72 sessões durante seis meses. Realizou-se exercícios dinâmicos e estáticos de extensão dos joelhos (músculos anteriores da coxa) como agachamentos, agachamentos profundos, agachamentos com pernas afastadas, agachamento unilateral e afundos, em plataforma vibratória com frequência entre 35-40 Hz e amplitudes de onda entre 1,7-2,5 mm. O G2 (22 mulheres) realizou um programa de treino que incluía aquecimento com exercícios cardiovasculares como step, corrida ou bicicleta por 20 minutos de duração e, em seguida, exercícios de força de resistência para os músculos extensores dos joelhos em máquina específica de extensão e numa prensa, conforme preconiza o American College Sports of Medicine (ACSM) para indivíduos com mais de 60 anos de idade. O G3 ou grupo controle (23 mulheres) não realizou nenhum programa de treinamento diferente do que apenas manter o nível de atividade física que já faziam anteriormente, durante os seis meses de estudo. A avaliação da densidade mineral óssea total (DMO) foi realizada no início do estudo e ao final dos seis meses por meio de um aparelho de densitometria óssea (DXA) posicionado sobre o quadril direito. A massa corporal magra, a massa gorda, e a porcentagem de gordura corpórea foram obtidas por um exame DXA do corpo inteiro. Da mesma forma, tanto no início quanto no fim de seis meses de pesquisa, a taxa de formação e reabsorção óssea foi medida por meio de marcadores sanguíneos. Amostras de sangue foram colhidas e armazenadas (-70ºC) a fim de determinar os níveis séricos de osteocalcina (marcador de formação óssea) e C-teleopeptídeos (CTX), marcador de reabsorção do osso. A avaliação da força muscular dos músculos extensores do joelho foi feita por um dinamômetro isocinético por meio de testes isométricos e dinâmicos. Também se avaliou o controle postural antes e após 24 semanas de estudo usando uma plataforma de força. O balanço postural das voluntárias do grupo VCI e grupo controle (CON) foi avaliado sob quatro condições de estabilidade (estática com visão; estática com visão tampada; estática após perturbação por meio de movimentos do braço: abertura lateral horizontal e anteflexão horizontal), não testando o grupo G2 que treinou resistência muscular (RES) sem vibração.Os resultados obtidos mostram que a DMO total do quadril no grupo que treinou com vibração aumentou ao longo do tempo 0,93% enquanto que nas mulheres que participaram do treino de resistência ou do grupo controle não foram observadas alterações significativas na DMO do quadril (0,51% e 0,62% respectivamente). Comparado com o grupo RES, a intervenção vibratória resultou num benefício líquido de 1,51% na DMO total do quadril enquanto que em relação ao grupo CON, benefício líquido semelhante foi atingido (1,53%). Já a DMO corporal total e da coluna lombar (L1-L4) não se alteraram ao longo do tempo de treino em nenhum dos três grupos. Não foi observada nenhuma diferença estatisticamente significativa entre os grupos no que se refere aos marcadores da remodelação óssea osteocalcina e CTX. Já a força muscular isométrica dos músculos extensores do joelho aumentou em 15% no grupo VCI e em 16% no grupo RES. No grupo controle foi observado um decréscimo não significativo de 2%. Comparado com o grupo CON, a intervenção vibratória de seis meses resultou em um benefício líquido de 17,6% na força isométrica do quadríceps e um benefício semelhante foi observado em relação ao grupo RES (18,9%). A força dinâmica aumentou 16,5% no grupo VCI e 10,6% no grupo RES. No grupo CON não foi observada nenhuma alteração significativa (2,2%). Ambos os grupos VCI e RES mostraram benefícios líquidos comparados com o grupo CON, sendo de 14,2% em relação ao VCI e 8,4% em relação ao RES. O ganho de força nestes últimos dois grupos não foi associado a uma alteração significativa na massa corporal magra dos indivíduos testados. No entanto, em ambos os grupos, a massa gorda total diminuiu significativamente durante o período de intervenção (-2,3% no grupo VCI e -3,1% no RES) enquanto que no grupo controle não se constatou nenhuma alteração significativa na massa gorda (+0,5%). Portanto, em mulheres saudáveis pós menopausa, um programa de vibração de corpo inteiro com a duração de 24 semanas é realizável e capaz de modificar a força, o equilíbrio, e a densidade óssea do quadril, os quais são bem reconhecidos como fatores de risco de fratura do quadril.Em suma, os resultados sugerem que o treinamento vibratório de corpo inteiro pode ser útil na prevenção da osteoporose e que a plataforma vibratória pode ser uma forma praticável e eficaz de alterar os fatores de risco responsáveis por quedas e fraturas em mulheres idosas.
OSTEOPOROSE EM NÚMEROS- 10 milhões de brasileiros apresentam a osteoporose;
- 3 em cada 4 portadores da doença são do sexo feminino;
- 1 em cada 3 mulheres com mais de 50 anos apresentam a patologia;
- 75% dos diagnósticos são feitos apenas depois da primeira fratura, quando a doença já está em estágio avançado;
- 2,4 milhões de fraturas decorrentes de osteoporose ocorrem anualmente no Brasil;
- 200.000 pessoas morrem todos os anos no Brasil de complicações decorrentes dessas fraturas.
Fonte: Jornal Conversa Pessoal (Secretaria de Recursos Humanos do Senado federal) ano VIII, nº 87, Fev. 2008.
Um grande abraço,Prof.ª Esp. Christiane__________________________________________________________
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O treinamento vibratório estimula cerca de 90% das fibras musculares, trabalhando o corpo todo em apenas 30 minutos de treino, sendo um atendimento presonalizado e em sala individual. Os exercícios podem ser realizados em pé, sentado ou deitado, de acordo com o objetivo do treinamento, controlando a sobrecarga de esforço pela frequência (Hz), amplitude da onda (mm), tempo de exposição ao estímulo vibratório, número de exercícios por sessão (com ou sem sobrecarga extra), intervalo de recuperação entre um exercício e outro, bem como entre as sessões de treino. A vibração na Plataforma proporciona a estimulação muscular por meio do mecanismo de contração involuntária (reflexo miotático), proporcionando um aumento no trabalho proprioceptivo em virtude da instabilidade causada pelo tipo de vibração que altera a aceleração gravitacional e aumenta a sobrecarga nos músculos. com isso o treinamento vibratório potencializa a contração muscular e maximiza os benefícios dos exercícios convencionais feitos no solo como agachamentos e abdominais, além de ativar mais a circulação sanguínea local e linfática, tanto que os primeiros resultados são a redução do inchaço e da celulite. A tonificação muscular aumenta, pois os exercícios na Plataforma exigem força, tornando as contrações eficazes para flacidez. apontam-se outros benefícios como aumento da resistência muscular, aumento da flexibilidade, melhora da densidade óssea, aumento da secreção hormonal (testosterona e GH), redução do cortisol e otimização das habilidades motoras e do equilíbrio.
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O treinamento vibratório estimula cerca de 90% das fibras musculares, trabalhando o corpo todo em apenas 30 minutos de treino, sendo um atendimento presonalizado e em sala individual. Os exercícios podem ser realizados em pé, sentado ou deitado, de acordo com o objetivo do treinamento, controlando a sobrecarga de esforço pela frequência (Hz), amplitude da onda (mm), tempo de exposição ao estímulo vibratório, número de exercícios por sessão (com ou sem sobrecarga extra), intervalo de recuperação entre um exercício e outro, bem como entre as sessões de treino.
A vibração na Plataforma proporciona a estimulação muscular por meio do mecanismo de contração involuntária (reflexo miotático), proporcionando um aumento no trabalho proprioceptivo em virtude da instabilidade causada pelo tipo de vibração que altera a aceleração gravitacional e aumenta a sobrecarga nos músculos. com isso o treinamento vibratório potencializa a contração muscular e maximiza os benefícios dos exercícios convencionais feitos no solo como agachamentos e abdominais, além de ativar mais a circulação sanguínea local e linfática, tanto que os primeiros resultados são a redução do inchaço e da celulite. A tonificação muscular aumenta, pois os exercícios na Plataforma exigem força, tornando as contrações eficazes para flacidez.
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Segundo a revista uma das vantagens mais sedutoras de fazer exercícios na plataforma vibratória é a economia de tempo. “Consegue-se trabalhar o corpo todo em 30 minutos – o equivalente à uma hora de malhação tradicional – e gastar cerca de 400 calorias”, comenta a reportagem. Pode-se fazer qualquer tipo de movimento, de agachamento à flexão e abdominais. A combinação das contrações com a ginástica feita sobre o aparelho potencializa muito o exercício, produzindo resultados com menos tempo de treino. E não adianta fazer mais tempo, pois ultrapassando a meia hora corre-se o risco de causar fadiga. Se a musculatura for excessivamente estimulada, o organismo pode se proteger e inibir o estímulo ou mesmo fadigar, de acordo com a revista.
Diferentemente do que muita gente pensa, a plataforma vibratória não é uma ginástica para quem não gosta de exercícios físicos. Não basta ficar parado (a) esperando a máquina “trepidar“. De passivo, esse exercício não tem nada. Pelo contrário, você precisa fazer muita força e focar no músculo que está sendo trabalhado. A vibração causada pelos motores da plataforma causa uma aceleração em todas as direções, o que exige muito esforço para manter o corpo em equilíbrio, já que há uma alteração da força da gravidade. É a variação da velocidade que gera um desequilíbrio em quem está em cima do equipamento. Então, a vibração que a placa emite causa um aumento da carga gravitacional, dando a impressão de que a gravidade aumenta, mas, na verdade, a aceleração da plataforma soma-se à da gravidade e, com isso, tem-se maior recrutamento dos músculos fazendo com que mais fibras sejam utilizadas em resposta ao estímulo.
Quanto aos estudos científicos, comentou-se sobre a pesquisa realizada na Universidade de Leuven, na Bélgica, na qual se comparou o ganho de força muscular em um grupo de mulheres entre 20 e 24 anos – metade treinou em plataforma vibratória e a outra metade fez sessões convencionais de musculação. Os resultados revelaram que as mulheres que utilizaram a plataforma obtiveram um ganho de 16,6 % no aumento da força nas pernas em 12 semanas de treino, diante de 14,4 % das que seguiram o treino tradicional. Em relação à osteoporose, outro estudo da Universidade de Leuven feito com mulheres que sofriam de osteoporose demonstrou que elas não somente obtiveram um ganho de 16 % de força, mas também um aumento de 1 % de densidade óssea durante seis meses em que treinaram com o equipamento. Isto porque a ação da gravidade cria um esforço compressivo no tecido ósseo. Esta compressão, quando em alta frequência, pode realmente provocar ganho de massa óssea. No que se refere à perda de peso e a diminuição do percentual de gordura corporal, pesquisas sobre obesidade já mostraram que as plataformas vibratórias funcionam bem comparadas a outros métodos de ginástica. Assim, um trabalho apresentado no 17º Congresso Europeu de Obesidade, no ano passado, revelou que as plataformas, associadas a uma dieta controlada, contribuem para a redução da gordura visceral (camada adiposa que se acumula no abdômen). Os pesquisadores analisaram, durante seis meses, um grupo de mulheres – as que fizeram dieta e ginástica tradicional perderam 7 % do peso inicial e 17,6 centímetros de gordura visceral diante de 11 % do peso e 47,8 centímetros respectivamente das que se exercitaram na plataforma junto com dieta.
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Neste contexto, uma pesquisa publicada no Journal of Bone and Mineral Research (2004) sobre o efeito do treinamento com vibração de corpo inteiro na densidade óssea do quadril, na força muscular e no controle postural em mulheres pós menopausa, durante seis meses, apontou que exercícios realizados sobre vibração podem ser úteis na prevenção da osteoporose quando comparados com exercícios tradicionais de resistência (sem vibração), além de melhorar a força muscular isométrica e dinâmica.
RESUMO DA PESQUISA:
O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos musculoesqueléticos da aplicação de alta frequência por meio de vibração de corpo inteiro em mulheres pós menopausa durante 24 semanas, sabendo-se que mulheres nesta fase da vida correm mais riscos de desenvolver a osteoporose.
Foram escolhidas setenta (70) voluntárias entre 58 e 74 anos de idade, sadias, sem casos de doença ou internação, e que não faziam uso de medicamentos que afetassem o metabolismo ósseo ou a força muscular. As voluntárias foram divididas em três grupos (G1, G2, G3). O G1 (25 mulheres) treinou com vibração de corpo inteiro (VCI), três (3) vezes por semana, com duração máxima de 30 minutos, incluindo aquecimento e relaxamento, com pelo menos um dia de descanso entre as sessões, perfazendo um total de 72 sessões durante seis meses. Realizou-se exercícios dinâmicos e estáticos de extensão dos joelhos (músculos anteriores da coxa) como agachamentos, agachamentos profundos, agachamentos com pernas afastadas, agachamento unilateral e afundos, em plataforma vibratória com frequência entre 35-40 Hz e amplitudes de onda entre 1,7-2,5 mm. O G2 (22 mulheres) realizou um programa de treino que incluía aquecimento com exercícios cardiovasculares como step, corrida ou bicicleta por 20 minutos de duração e, em seguida, exercícios de força de resistência para os músculos extensores dos joelhos em máquina específica de extensão e numa prensa, conforme preconiza o American College Sports of Medicine (ACSM) para indivíduos com mais de 60 anos de idade. O G3 ou grupo controle (23 mulheres) não realizou nenhum programa de treinamento diferente do que apenas manter o nível de atividade física que já faziam anteriormente, durante os seis meses de estudo. A avaliação da densidade mineral óssea total (DMO) foi realizada no início do estudo e ao final dos seis meses por meio de um aparelho de densitometria óssea (DXA) posicionado sobre o quadril direito. A massa corporal magra, a massa gorda, e a porcentagem de gordura corpórea foram obtidas por um exame DXA do corpo inteiro. Da mesma forma, tanto no início quanto no fim de seis meses de pesquisa, a taxa de formação e reabsorção óssea foi medida por meio de marcadores sanguíneos. Amostras de sangue foram colhidas e armazenadas (-70ºC) a fim de determinar os níveis séricos de osteocalcina (marcador de formação óssea) e C-teleopeptídeos (CTX), marcador de reabsorção do osso. A avaliação da força muscular dos músculos extensores do joelho foi feita por um dinamômetro isocinético por meio de testes isométricos e dinâmicos. Também se avaliou o controle postural antes e após 24 semanas de estudo usando uma plataforma de força. O balanço postural das voluntárias do grupo VCI e grupo controle (CON) foi avaliado sob quatro condições de estabilidade (estática com visão; estática com visão tampada; estática após perturbação por meio de movimentos do braço: abertura lateral horizontal e anteflexão horizontal), não testando o grupo G2 que treinou resistência muscular (RES) sem vibração.
Os resultados obtidos mostram que a DMO total do quadril no grupo que treinou com vibração aumentou ao longo do tempo 0,93% enquanto que nas mulheres que participaram do treino de resistência ou do grupo controle não foram observadas alterações significativas na DMO do quadril (0,51% e 0,62% respectivamente). Comparado com o grupo RES, a intervenção vibratória resultou num benefício líquido de 1,51% na DMO total do quadril enquanto que em relação ao grupo CON, benefício líquido semelhante foi atingido (1,53%). Já a DMO corporal total e da coluna lombar (L1-L4) não se alteraram ao longo do tempo de treino em nenhum dos três grupos. Não foi observada nenhuma diferença estatisticamente significativa entre os grupos no que se refere aos marcadores da remodelação óssea osteocalcina e CTX. Já a força muscular isométrica dos músculos extensores do joelho aumentou em 15% no grupo VCI e em 16% no grupo RES. No grupo controle foi observado um decréscimo não significativo de 2%. Comparado com o grupo CON, a intervenção vibratória de seis meses resultou em um benefício líquido de 17,6% na força isométrica do quadríceps e um benefício semelhante foi observado em relação ao grupo RES (18,9%). A força dinâmica aumentou 16,5% no grupo VCI e 10,6% no grupo RES. No grupo CON não foi observada nenhuma alteração significativa (2,2%). Ambos os grupos VCI e RES mostraram benefícios líquidos comparados com o grupo CON, sendo de 14,2% em relação ao VCI e 8,4% em relação ao RES. O ganho de força nestes últimos dois grupos não foi associado a uma alteração significativa na massa corporal magra dos indivíduos testados. No entanto, em ambos os grupos, a massa gorda total diminuiu significativamente durante o período de intervenção (-2,3% no grupo VCI e -3,1% no RES) enquanto que no grupo controle não se constatou nenhuma alteração significativa na massa gorda (+0,5%). Portanto, em mulheres saudáveis pós menopausa, um programa de vibração de corpo inteiro com a duração de 24 semanas é realizável e capaz de modificar a força, o equilíbrio, e a densidade óssea do quadril, os quais são bem reconhecidos como fatores de risco de fratura do quadril.
Em suma, os resultados sugerem que o treinamento vibratório de corpo inteiro pode ser útil na prevenção da osteoporose e que a plataforma vibratória pode ser uma forma praticável e eficaz de alterar os fatores de risco responsáveis por quedas e fraturas em mulheres idosas.
OSTEOPOROSE EM NÚMEROS
Fonte: Jornal Conversa Pessoal (Secretaria de Recursos Humanos do Senado federal) ano VIII, nº 87, Fev. 2008. |
Um grande abraço,
Prof.ª Esp. Christiane
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PLATAFORMA VIBRATÓRIA X PERDA DE PESO
O excesso de peso é um problema bastante complexo que não se prende apenas ao excesso de alimentos. A obesidade hoje é considerada um problema crônico de saúde pública e é epidêmica em todo o mundo. Estima-se que haja cerca de 250 milhões de adultos obesos em todo o mundo, 500 milhões de adultos com sobrepeso (2 a 3 vezes mais que a porcentagem de obesos) e 1 bilhão de pessoas obesas e com sobrepeso no mundo (OMS e IOTF, 2003), e a tendência desses números é aumentar. O Brasil ocupa o 6º lugar no ranking dos países com maior número de obesos. Muitas são as variáveis que influenciam no ganho de peso como a inatividade física (sedentarismo), o estresse do dia a dia, o tabaco, a bebida alcoólica, certos medicamentos, poluentes, influências genéticas, metabólicas e endócrinas, influências sociais, familiares e psicológicas, a falta de alguns nutrientes na alimentação e o excesso de outros, a falta de tempo para preparar os alimentos e se alimentar corretamente, a falta do sono, a correria da vida, entre outras. São múltiplos os fatores que desafiam o equilíbrio do corpo e da mente constantemente e os resultados estão à vista: o excesso de peso é apenas um deles.
A Plataforma Vibratória é um equipamento auxiliar nesta busca pela redução do peso corporal e melhora da estética como um todo. Sendo um treinamento de elevado volume e intensidade, a plataforma tem uma demanda energética elevada tanto durante a sessão de treino quanto no período de recuperação pós treino (efeito de gasto calórico após o treino). Uma das adaptações ao treino regular na plataforma é a tonificação muscular, já que os exercícios realizados exigem que se faça força com ou sem sobrecarga externa, levando à construção de músculos (aumento da massa muscular). Como as células musculares necessitam de muita energia para realizar suas funções (verdadeiras fábricas de utilização de calorias), o gasto calórico durante o exercício físico e também em repouso (descanso) aumenta proporcionalmente ao aumento da massa muscular. Então, vale o raciocínio: quanto mais músculo maior o gasto calórico mesmo estando parado sem se exercitar (aumentamos nosso metabolismo basal/ de repouso). Durante a sessão de treino na plataforma vibratória e no período imediatamente após, são utilizadas como fonte de energia as reservas de gordura armazenadas no tecido adiposo, tanto para se manter em atividade (exercício) como para se recuperar dela. Além disso, ocorrem maior ativação e aumento da circulação sanguínea e linfática, melhorando as trocas metabólicas e o funcionamento dos órgãos. A absorção, distribuição e utilização dos nutrientes ficam facilitadas, bem como a eliminação das toxinas provenientes do metabolismo celular. Melhora-se o funcionamento do organismo, perde-se massa gorda mais facilmente e acumula-se menos gordura. Enfim, gastando-se mais calorias e preservando uma alimentação saudável e balanceada, o balanço energético do seu dia reequilibra-se e então a perda de peso acontece.
E lembre-se: a perda de peso deve ocorrer de forma lenta para que seja saudável, dando tempo de adaptação ao corpo a fim de conseguir a manutenção do novo peso desejável para uma vida inteira e sempre praticando qualquer tipo de atividade física e/ou exercício físico, desde que bem orientados por profissionais de educação física!!!!
Profª Esp. Christiane Gomes de Carvalho
Profª Esp. Christiane Gomes de Carvalho




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