Caro(s) leitor(es), convidei a Professora e colaboradora do blog Gizelda Raymunda da Silva Oliveira para escrever um artigo sobre literatura.
Ficou excelente, vale a pena conferir !
Li o livro “O Vendedor de Sonhos” de Augusto Cury e gostei. É um livro de autoajuda e dele retirei aspectos que me fizeram refletir sobre as condições do que é ser “humano”. Uma delas é saber-se “crescendo” e “ganhando” lucidez sobre as coisas, pessoas e circunstâncias Lucidez que faz abandonar “certezas” antigas e posicionar-me de maneira diferente diante de certos acontecimentos.
Do livro retirei, de alguns capítulos, máximas ou até mesmo o que se pode chamar de princípios.
Selecionei dez princípios, o que não corresponde ao número de capítulos. Tenho certeza de que você leitor encontrará outros que me passaram despercebido.
Optei por destacar um a cada semana. E o primeiro tem a ver com o momento, o novo ano. Para cada ano definimos mudanças, fazemos promessas de vida nova. Estabelecemos novas metas. Com o passar do tempo nem todas, ou às vezes nenhuma delas são realizadas.
No livro à página sessenta e três destaquei: “Conquistas sem riscos são sonhos sem méritos”.
Para que nossas promessas de início de ano se convertam em realizações é preciso que os sonhos se tornem “projetos” de vida. É certo que nossos projetos serão cercados de riscos.
Não é contra-senso. São os riscos que dão ou darão sabor ao nosso agir. Eles temperam (rão) o nosso “ser’ e nos Ajudam” (rão) sermos melhores. Conquistas sem méritos não nos engrandece.