Por Gizelda Raymunda da Silva
Às vezes acontecimentos marcam nossos dias e teimam em tirar-nos a paz. Se analisarmos a profundidade e a extensão do estrago perceberemos, de fato, que o dolorido se prende a lembranças que se fixaram no nosso ser. Este é o grande mal. Temos que cuidar para que as feridas sejam só no nosso corpo (físico) e não se estendam às nossas emoções.
Fácil?... Não. Separar os entes , corpo e mente, ou corpo e emoção, é uma ação que estamos, ainda, engatinhando no seu aprendizado. E não há receitas, nem modelos validados que se apliquem a um coletivo. E sem saber, misturamos tudo e o caldo formado se derrama em nós e atinge , também, os que nos rodeiam.
Aprendamos.
-“uma pessoa pode ferir seu corpo, mas jamais poderá ferir sua emoção, a não ser que você permita.”
E a permissão não virá por decreto, nem por imposição de outrem, ela é a sua própria construção. Seja forte.
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